quinta-feira, janeiro 26, 2006

Auvers

Em 2003 estive em Auvers, onde Van Gogh passou os últimos dias da sua vida e onde está sepultado.
Foi dos melhores momentos da minha vida, pelo menos dos mais intensos, porque Auvers parou um pouco no tempo. Para além das exigências turísticas (mais cafés, restaurantes e pousadas), as ruas permanecem quase iguais, com réplicas de quadros do pintor quase em cada esquina para podermos comparar com o original: a paisagem.
Estive em frente ao meu quadro preferido no Museu de Orsay e, 3 anos mais tarde, estive diante da mesma igreja que serviu de inspiração. É estranho, muito estranho, porque o impressionismo não é o mesmo que realismo e o Van Gogh exagerava um bocadinho nas cores.
De Auvers saí com um livro, sobre a passagem dele lá, um bocadinho da história, e ontem estive a relê-lo.
E lembro-me desta paisagem, que era mais ou menos o que se via do sítio onde ele deu um tiro na cabeça.
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Deve ser muito complicado o suicídio com tanta beleza à volta.

2 Comments:

Blogger Mojo_risin said...

Eu acho que deve ser mais fácil.

9:23 da tarde  
Anonymous Anónimo said...

É cada vez mais intenso o que escreves

5:50 da manhã  

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